O
documento final da Rio+20 intitulado como O Futuro Que Queremos
abordou diversos temas, desde questões que remetem ao fim
da pobreza como também a luta pelos direitos das mulheres. Mas
deixou a desejar na questão dos Oceanos, e como todos sabem, é
irrefutável o fato de que eles precisam ser preservados
imediatamente.
O
texto final apontou essa questão sobre
exploração das águas internacionais, porém não
criou leis para estabelecer a proteção e em contrapartida não
houve um consenso entre as Nações envolvidas. Um bom e
claro exemplo disso, ficou por conta dos EUA, uma das grandes
potências que se apossua de águas internacionais,
mantiveram-se indiferentes a preocupação e contra
qualquer norma que possa entrar em vigor visando a preservação. O
Japão, que abusa da pesca, se posicionou da mesma forma. Mediante
a isso, fica evidente a falta de cooperação em todas as partes,
pois o interesse próprio de cada Nação se sobressai, enquanto o
planeta e em suma os oceanos, clamam por socorro.
“50% dos oceanos pertencem às nações, os outros 50% são áreas internacionais, sem controle. Vai haver uma corrida para estas áreas internacionais e é isso que devemos evitar”, alerta o professor da COPPE/UFRJ, Segen Estefen.
Esse é O Futuro Que Queremos
Referência texto:
Referência foto:
Nenhum comentário:
Postar um comentário