sábado, 20 de outubro de 2012

Rio+20 – Proteção dos Oceanos recebe atenção, mas foge da prática.


O documento final da Rio+20 intitulado como O Futuro Que Queremos abordou diversos temas, desde questões que remetem ao fim da pobreza como também a luta pelos direitos das mulheres. Mas deixou a desejar na questão dos Oceanos, e como todos sabem, é irrefutável o fato de que eles precisam ser preservados imediatamente.
O texto final apontou essa questão sobre exploração das águas internacionais, porém não criou leis para estabelecer a proteção e em contrapartida não houve um consenso entre as Nações envolvidas. Um bom e claro exemplo disso, ficou por conta dos EUA, uma das grandes potências que se apossua de águas internacionais, mantiveram-se indiferentes a preocupação e contra qualquer norma que possa entrar em vigor visando a preservação. O Japão, que abusa da pesca, se posicionou da mesma forma. Mediante a isso, fica evidente a falta de cooperação em todas as partes, pois o interesse próprio de cada Nação se sobressai, enquanto o planeta e em suma os oceanos, clamam por socorro.


50% dos oceanos pertencem às nações, os outros 50% são áreas internacionais, sem controle. Vai haver uma corrida para estas áreas internacionais e é isso que devemos evitar”, alerta o professor da COPPE/UFRJ, Segen Estefen.

 Esse é O Futuro Que Queremos




Referência texto:

Nenhum comentário:

Postar um comentário